Juras de amor do casal Ivo Lopes e Natália Dias

O jovem casal Ivo Lopes e Natália Dias noivaram na presença dos pais e familiares. A ocasião aconteceu no último sábado no restaurante Buongustaio. A festa acontece no dia 26 de novembro desse ano.

Noivado com a presença dos pais Andréia Dias Viveiros-João Paulo Viveiros e Ivo Lopes- Socorro.

Foto: Reprodução/Instagram

Gucci lança Demetra, linha alternativa para o couro animal

Depois de dois anos de pesquisa, a Gucci anunciou o lançamento do Demetra, sua nova alternativa para o couro animal.

Com mais de 77% de matérias-primas vegetais e renováveis, seu nome é uma homenagem à deusa grega da agricultura, Deméter. P

ara comemorar o lançamento e testar a inovação, a maison italiana relançou alguns modelos de tênis feitos com o novo material, que serão vendidos junto àqueles feitos de couro e com o mesmo preço, US$ 950 dólares (R$4.700 aproximadamente).

Juá Cozinha Regional é a novidade em Natal

Os potiguares contam com um novo point para deliciar uma boa comida, o Juá Cozinha Regional.

É um Self-service com opções do café da manhã, almoço e jantar (em breve), todos os dias da semana.

O espaço fica no 1• piso do Favorito Supermercado, da Roberto Freire.

Foto: Matheus Duarte

ANIVERSARIANTES – 29 DE JUNHO

Hoje (29) é dia de vivas para: o empresário Heitor Guimarães Almeida, Yuri Bagadão, empresária Flávia Diniz, os médicos Wagner Nunes e Flávio Melo, a arquiteta Mariana Gurgel, Francisco Pandolfe, Isabella Chacra, Flaviana Bila,

Parabéns!

Ex-BBB Alan Passos assume namoro sério com modelo - Famosos - Extra Online
Flavia Diniz esbanja simpatia
Pode ser uma imagem de 1 pessoa
Heitor Guimarães Almeida

Os 50 melhores destinos turísticos para visitar no pós-pandemia

Os 25 Melhores Lugares Para Viajar no Mundo | Viva o Mundo
Foto: Portal Viva O Mundo/Reprodução

Já sabe para onde quer ir depois que as restrições de viagem forem suspensas? A Forbes selecionou sugestões espetaculares, em todos os continentes, para inspirá-lo

Mais pessoas estão sendo vacinadas todos os dias e as viagens já voltaram a ser planejadas. Aos poucos, o mundo inteiro parece estar ao alcance novamente, mesmo que as restrições ainda não tenham sido totalmente suspensas.

Mas ao invés de voltarem todas de uma vez só, a maioria dos especialistas espera que o turismo seja retomado gradualmente. Alguns países afrouxaram seus controles agora e outros ainda o farão mais tarde. Mesmo onde você mora, as atrações e os protocolos locais mudarão em fases. É sempre bom lembrar: mesmo que você já esteja vacinado, nem todo mundo no seu destino final também estará.

Alguns viajantes já sabem exatamente para onde querem ir: para destinos cujos planos já estavam prontos antes da pandemia e precisaram ser cancelados ou remarcados ou para os lugares que lideram as suas listas de desejos (e parecem ainda mais urgentes depois de testemunhar uma crise de saúde global). Para outros, escolher pode ser mais nebuloso.

Para quem está tendo problemas para definir para onde ir, pedimos desculpas. Nossa lista de 50 ideias espetaculares pode tornar a escolha ainda mais difícil. Cada destino nesta lista vale a pena visitar – seja agora ou no futuro – e provavelmente o fará adicionar mais lugares à sua lista de desejos. Como se costuma dizer… desculpas (ou não).

Veja, na galeria de fotos abaixo, 50 melhores destinos turísticos para visitar no pós-pandemia:

1. Alentejo, Portugal

2. Argélia

3. Alta, Noruega

4. Antígua, Guatemala

5. Ozark, Arkansas, Estados Unidos

6. Assam, Índia

7. Ayutthaya, Tailândia

8. Butão

9. Bristol, Inglaterra

10. Ilhas Virgens Britânicas

Confira a lista completa em Forbes (aqui)

LGBTQIA+celebram avanços em 10 anos de uniões homoafetivas no Brasil

O “sim” unânime dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, em 2011, as uniões homoafetivas como entidades familiares, abrindo caminho a uma década de avanços para a população de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e intersexuais (LGBTI) brasileiros. Reconhecida pelo Comitê Nacional do Brasil, do Programa Memória do Mundo da Unesco, como patrimônio documental da humanidade, a decisão completou dez anos em 5 de maio de 2021, assim como já fazem bodas casais que se uniram a partir dela e celebram, neste Dia Internacional do Orgulho LGBTI (28), direitos conquistados em décadas de luta por igualdade e dignidade.

As advogadas Patrícia Farina, de 35 anos, e Fernanda Marques, de 49 anos, já namoravam há seis anos quando o Supremo abriu as portas para que, anos mais tarde, elas se casassem em um cartório no bairro da Liberdade, em São Paulo. A realização de casamentos homoafetivos em qualquer cartório do Brasil foi garantida em 2013 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e, em 2015, as duas decidiram assinar os papéis por um motivo pragmático, lembra Patrícia, que, até então, não tinha o casamento como um sonho. 

“Quando a gente pensou em ir para os Estados Unidos (EUA), vimos que não ia rolar de conseguir o visto se não estivéssemos casadas. Ela não tinha imóvel nenhum e era autônoma, então era muito fácil negarem o visto dela”, lembra Patrícia, que foi surpreendida pela emoção que o casamento trouxe. “Deu tudo errado, a gente acabou não indo para os Estados Unidos, mas foi tão importante. A minha chavinha virou exatamente na hora em que ela colocou a aliança no meu dedo. Fiquei muito emocionada. Ali, comecei a achar que era o meu sonho e eu não sabia. Foi muito especial para mim”.

Patrícia lembra que nunca havia ido a um casamento homoafetivo como convidada, mas, depois do seu, muitos vieram. “A gente se casou e, nos seis meses seguintes, foi uma galera. No dia, foi tão emocionante, as meninas e os meninos ficaram tão emocionados, que começaram a falar que estavam loucos para se casar. Na hora em que jogamos o buquê, os que pegaram já foram os próximos mesmo”, conta a advogada, que acredita que o casamento fez com que tivesse ainda mais coragem de se posicionar como mulher lésbica. “Eu nunca me escondi, mas também não me jogava para o mundo. A partir daí, foi um processo de começar a me jogar para o mundo. De me perguntarem: ‘O que ela é sua?’, e eu responder: ‘é minha esposa’. Muda muito e te dá uma segurança maior”.

Apesar de o STF ter reconhecido a união estável homoafetiva em 2011 com os mesmos direitos da heteroafetiva, a conversão dessa união em casamento ainda dependia de uma sentença judicial, o que só mudou em todo o país em 2013, com a resolução do CNJ que determinou que nenhum cartório poderia rejeitar a realização de casamentos homoafetivos. Antes disso, a necessidade de entrar na Justiça ou a possibilidade de casar diretamente no cartório dependia de onde o casal morava. 

As primeiras uniões estáveis homoafetivas convertidas em casamento pela via judicial ocorreram no país em junho de 2011. Em outubro, o primeiro casal de mulheres conseguiu decisão favorável para realizar um casamento sem que houvesse união estável anterior e, em dezembro daquele ano, ocorreu o primeiro casamento homoafetivo do Brasil, firmado diretamente em cartório, sem sentença judicial, em Porto Alegre. Ao tomarem conhecimento dessa possibilidade, o cientista político Lucas Rezende, de 38 anos, e o empresário Felipe Matos, também de 38 anos, foram a esse cartório gaúcho em julho de 2012. A incerteza se conseguiriam ou não formalizar a união fez com que nem marcassem uma festa para celebrá-la, conta Lucas, que chegou ao cartório ainda inseguro sobre o que aconteceria. 

“Quando nos casamos, a gente não sabia se o casamento ia acontecer mesmo, se seria suspenso, se seria cancelado pela Justiça ou qualquer coisa do tipo” lembra ele, que não deixou de comemorar a união com uma festa meses depois, com amigos como celebrantes. “Foi a primeira [festa de casamento homoafetivo] de todos ali. Muitos dos amigos que estavam lá tomaram coragem para se casar depois do nosso casamento. Isso foi muito legal”.

Além do orgulho de poder celebrar seu relacionamento como qualquer casal, Lucas conta que a formalização foi um passo fundamental para muitos outros na vida a dois. “Fizemos plano de saúde juntos, que foi a primeira coisa, uma conta bancária juntos, depois compramos uma casa juntos, e, por fim, adotamos uma criança. Foram questões que só se tornaram possíveis depois da formalização do nosso casamento”, conta ele, que acredita que as decisões do STF e do CNJ impulsionaram também a visibilidade dos casais LGBTI na imprensa e na publicidade. “A presença dos casais homoafetivos na cultura e na sociedade, na mídia e na propaganda ainda é pequena, porque há muito mais pessoas que são casais homoafetivos. Mas o avanço que houve é importantíssimo, significativo, e indica o progresso e a inclusão, por mais que haja ondas de retrocesso”.

DIA DO ORGULHO LGBT

DIA DO ORGULHO LGBT – Arquivo pessoal

Primeiro passo

O Dia do Orgulho LGBTI é celebrado em 28 de junho para lembrar a data em que gays, lésbicas, bissexuais transexuais e travestis que frequentavam o bar Stonewall Inn, em Nova York, se rebelaram contra a repressão preconceituosa da polícia e reivindicaram direitos civis, em uma marcha nas ruas da cidade americana. Desde então, mais de 50 anos se passaram, e as  uniões civis entre homossexuais passaram a ser garantidas em 34 países, segundo a Associação Internacional LGBTI (Ilga), e, em 28, pessoas do mesmo sexo puderam se casar. No Brasil, de acordo com as Estatísticas de Registro Civil reunidas pelo IBGE, cerca de 28 mil casais homoafetivos oficializaram casamentos entre 2013 e 2019.

Os direitos estendidos à população LGBTI, a partir de sucessivas decisões do Judiciário desde 2011, devem ser comemorados, mas a falta de leis sobre o tema também preocupa, na opinião do presidente da Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (ABRAFH), Saulo Amorim. Ele lamenta que a decisão foi um primeiro passo que não foi seguido por leis que consolidam esse direito. 

“A decisão de 2011 abriu espaço para todas as outras, porque quando entendo a união LGBTI como uma entidade familiar, entendo que aquelas pessoas podem adotar, podem deixar sucessão, podem ter os benefícios fiscais, previdenciários e de saúde que todas as outras têm. Por isso, foi um marco histórico. Mas, a partir daí, nada em termos de lei foi feito para consolidar essa decisão jurisprudencial. Dez anos se passaram, e o Legislativo não foi capaz de transformar uma jurisprudência em lei”, cobra Amorim, acrescentando que muitas vezes projetos de lei criados para conceder direitos a essa população são descaracterizados ou engavetados.

O presidente da associação de famílias explica a importância do casamento, independentemente de ser um sonho ou uma decisão pragmática para suprir necessidades da vida de casal. “É uma questão de orgulho no sentido de que não importa minha orientação sexual, não importa minha identidade de gênero, nem a conformação biológica do meu corpo. Importa que sou brasileiro e quero ter acesso a todos os direitos, como todo cidadão deve ter”.

Na década que se seguiu à decisão que reconheceu uniões homoafetivas, também houve avanços para a população transgênero. Entre as conquistas, a presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Keila Simpson, destaca o direito de corrigir o nome e o gênero nos documentos diretamente em cartório, sem a necessidade de processos judiciais ou cirurgias de redesignação sexual, segundo decisão do STF de 2018.

“Essa decisão não veio somente por um lampejo de bondade dos ministros do Supremo, veio de uma longa batalha nas décadas de 80 e 90, principalmente das travestis, que estavam na rua se prostituindo, em que o nome social era chamado de nome de guerra. Quando o Supremo permite fazer pela via administrativa, para nós é uma grande conquista”, comemora ela, que compara que a via judicial chegava a demorar de seis meses a um ano e dependia da compreensão de cada juiz sobre a transexualidade.

Ainda que os avanços sejam importantes, Keila Simpson lembra que o cenário de violência e discriminação ainda é bastante presente. “Não estou descartando esse avanço, mas continuo falando que essa população ainda está sendo assassinada. Então, em alguns aspectos, a vida está a mesma de sempre, na questão da exclusão, da violência e do estigma”, afirma. “Nesse dia 28 de junho de 2021, a gente quer uma compreensão maior da sociedade, uma compreensão melhor de quem somos e reivindicar o respeito que merecemos como cidadãs desse país”.

Bodas de zinco

Os dez anos da decisão do STF marcam também os dez anos de reconhecimento do Estado brasileiro à união de Toni Reis e David Harrad, que formalizaram união estável apenas cinco dias depois da decisão do Supremo. Diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni lembra que se sentiu um cidadão pleno com a garantia conquistada.

“Senti que acabou o suplício, o calvário. Agora eu sou família, queiram ou não os fundamentalistas e esse pessoal que prega a heteronormatividade compulsória. Nos sentimos plenos”, lembra ele, que converteu a união em casamento em 2018. “Me senti brasileiro”.

Toni e David estão juntos desde 1990 e enfrentaram uma série de obstáculos jurídicos para garantir o reconhecimento à sua união, já que a permanência no Brasil de David, que é estrangeiro, dependia disso. Com mais de 40 anos de ativismo, o diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI vê com otimismo os avanços obtidos.

“Nós não podíamos falar que éramos gays, porque éramos pecadores, doentes ou criminosos fora da norma, e, hoje, nós podemos casar, compor nossas famílias, estamos na publicidade, estamos nas empresas”, argumenta Toni Reis. “Em 2011, não podíamos casar, não podíamos adotar, não podíamos doar sangue, não podíamos mudar de gênero nos documentos. Em 2021 temos muito mais dignidade que em 2011”.

Apesar disso, ele lembra que a violência, a discriminação e a dificuldade de acesso a direitos básicos, como o emprego e a educação, permanecem como desafios que precisam ser enfrentados, fazendo valer decisões como a que equiparou a LGBTfobia ao crime de racismo, em 2019. “Temos muitos desafios, temos que fazer cumprir todas as decisões do Supremo Tribunal Federal, toda a Constituição Federal e as convenções internacionais em todos os municípios e estados brasileiros”. 

Por EBC/Brasil

Em SP, Aeroporto dos milionários terá até voos internacionais

Nesta quinta-feira (24), o São Paulo Catarina Aeroporto foi autorizado pela ANAC a operar voos internacionais, se tornando o primeiro aeroporto privado do país a receber esse tipo de operação.

A pouco mais de 60 km da capital paulista, o Aeroporto Catarina agora pode operar voos internacionais sem depender de terminais maiores; por dentro, empreendimento da JHSF é um misto de hotelaria de luxo com galeria de arte

É primeiro do país com essa característica a poder realizar voos para o exterior.

ANAC autoriza abertura do primeiro aeroporto executivo do país - Passageiro  de Primeira

Regina Jales lança livro “sentimento na pele”

A dermatologista e professora da UFRN, Regina Jales, lançou o livro “Sentindo na Pele”. O livro foi desenvolvido durante a pandemia.

Nele, Regina fala sobre a pele, a dermatologia, alguns tratamentos realizados, tudo numa linguagem simples pra que todos curtam.

“Ficou uma leitura leve e gostosa, falando da pele, sua evolução e de alguns tratamentos”, disse.

Vendas pelo site www.jovensescribas.com.br ou diretamente com ela.

Rembrandt é descoberto na Itália

Um Rembrandt perdido foi descoberto depois de cair da parede de uma casa de campo em província próxima a Roma, na Itália. A obra do mestre da arte barroca, que data de 1632-33, foi “considerada perdida e nunca exibida até agora”, de acordo com um comunicado à imprensa da Fundação do Patrimônio Italiano, que coordenou o projeto de identificação do quadro: um óleo sobre papel aplicado na tela, intitulado A Adoração dos Magos.

A pintura foi encontrada em 2016, quando sofreu um “acidente” e enviada à restauradora de arte Antonella Di Francesco.

“Durante o trabalho aconteceu uma das coisas mais belas que podem acontecer na vida: a repentina consciência de estar diante de uma obra de um grande autor que se revela a você, que a escolhe para ser resgatado da escuridão “, disse Di Francesco, depois de limpar e restaurar uma pintura escurecida por verniz velho. “Este é o momento em que temos de ultrapassar a vertigem capaz de nos fazer mergulhar naquele sentimento de pertencer à história. É uma emoção sem igual.”

Um artista prolífico durante a chamada ‘idade de ouro holandesa’, Rembrandt van Rijn produziu centenas de pinturas e gravuras durante a vida, resultando em numerosas disputas de autoria. Os estudiosos de Rembrandt acreditavam que a pintura em questão havia se perdido e que havia sobrevivido apenas por meio de cópias – as mais conhecidas são mantidas em Gotemburgo, na Suécia, e em São Petersburgo, na Rússia.

A atribuição da pintura a Rembrandt foi sustentada por suas dimensões – 54 por 44,5 centímetros – e pelo uso de uma técnica rara, típica dos mestres holandeses que trabalharam na década de 1630. Sua procedência foi confirmada em um simpósio que aconteceu este ano na capital italiana, com a participação de estudiosos e especialistas internacionais. O quadro está atualmente sendo armazenado por negociantes de arte, mas a família proprietária já deixou claro que pretende emprestá-lo a museus e galerias em vez de vendê-lo.

ANIVERSARIANTES – 28 DE JUNHO

Hoje (28) é dia de vivas para: Juliana Protasio, Patricia Martins, Luciana Galvão, Marília Varela Bezerra de Faria, Rose Gusmão, Beto Dias, Amador Lamas, Nair Moura, Jack Bell, Rosa Massena, Silvana Dantas, Chico Guedes, Marília Bezerra de Faria, Yuno Silva.

Parabéns!

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e sorrindo
Juliana Protasio
Yuno Silva