“A arte brasileira é uma arte resiliente. Não temos apoio e incentivo”

Nos últimos dias, Flávia Alessandra tem liderando os assuntos nas redes sociais e na imprensa. O motivo? A reta final de “Salve-se Quem Puder”, novela das 19h da Rede Globo, e as cenas super impactantes que ela protagonizou ao interpretar Helena.

De acordo com o público, a atriz deu um show de atuação ao protagonizar cenas de uma relação abusiva com o marido Hugo, personagem interpretado por Leopoldo Pacheco, e em seguida o reencontro com a filha Luna, papel de Juliana Paiva.

A trama que discute temas relevantes ficou ainda mais ainda mais especial em razão das gravações em plena pandemia. “Quando a gente se prepara para uma novela, mesmo sendo uma obra aberta e, por isso, sem termos a certeza do desfecho das tramas, a gente sabe que o trabalho vai ter uma conclusão. Quando a pandemia chegou, foi frustrante ficar no meio de uma pausa indefinida. E esse sentimento se tornou ainda mais forte e incômodo ao olharmos para essa crise sanitária mundial. Quando voltamos ao set, foi um respiro”, explicou Flávia em papo com a Vogue Brasil.

Flávia Alessandra  (Foto: Divulgação/ Vinicius Mochizuki)
Flávia Alessandra (Foto: Divulgação/ Vinicius Mochizuki)

As últimas cenas foram gravadas há algumas semanas e estão indo ao ar neste mês de julho. Ela garante que o processo foi um desafio: “a arte brasileira é uma arte resiliente. Não temos apoio, não temos incentivo. Se os artistas não lutam, não há produção de pé”.

Em paralelo, Flávia atua como no mundo dos negócios e durante os meses de isolamento lançou o @fa.forpeople, um site de moda consciente e solidária em parceria com a Evva Comunicação: “Essa questão do consumo consciente sempre me incomodou. Ver a quantidade de lixo que a gente gera e de embalagem que a gente descarta”, diz pontuando que não pensou duas vezes quando resolveu que era hora de tirar o projeto do papel.

Abaixo confira um pouco mais do nosso papo com a musa falando de carreira, moda, redes sociais e empreendedorismo. 

Leia na íntegra aqui.

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